O que você sabe ao terminar
Tirado da verificação de cada aula: é o que você consegue fazer ou explicar quando chega ao fim.
- Sei que, pelo art. 19 da Lei nº 8.213/1991, acidente do trabalho exige lesão ligada ao exercício do trabalho.
- Sei que o conceito prevencionista inclui a ocorrência sem lesão, o quase acidente.
- Sei por que comunicar o quase acidente protege o colega do próximo turno.
- Sei que a empresa responde pelas medidas de proteção e deve informar em detalhe os riscos da operação.
- Sei os meus deveres pela NR-01: cumprir normas e ordens de serviço, fazer os exames, colaborar e usar o EPI fornecido.
- Sei que posso interromper a atividade diante de risco grave e iminente, avisando o superior na hora.
- Sei que a capacitação do Anexo I tem 36 horas em três módulos, orientação em serviço de trinta dias e nova capacitação a cada três anos.
- Sei que acidente típico é o do art. 19: acontece pelo exercício do trabalho e causa lesão.
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- Sei a diferença entre doença profissional e doença do trabalho, pelo art. 20.
- Sei que doença degenerativa e doença inerente a grupo etário não são consideradas doença do trabalho.
- Sei que o acidente ligado ao trabalho conta mesmo quando não é a causa única da lesão.
- Sei que agressão, erro de colega e caso fortuito no local e no horário de trabalho se equiparam a acidente do trabalho.
- Sei que o acidente no percurso entre a casa e o trabalho se equipara a acidente do trabalho.
- Sei que, no intervalo de refeição ou descanso no local de trabalho, sou considerado no exercício do trabalho.
- Sei que a empresa deve comunicar o acidente do trabalho à Previdência Social até o primeiro dia útil seguinte ao da ocorrência.
- Sei que, em caso de morte, a comunicação é imediata.
- Sei que tenho direito a cópia da comunicação, assim como o sindicato da minha categoria.
- Sei quem pode formalizar a comunicação se a empresa não fizer.
- Sei que, na doença, o dia do acidente é o do início da incapacidade, da segregação compulsória ou do diagnóstico, o que ocorrer primeiro.
- Sei que o art. 118 garante no mínimo doze meses de manutenção do contrato após a cessação do auxílio-doença acidentário.
- Sei que devo avisar o encarregado na hora, mesmo em acidente leve.
- Sei por que esconder acidente prejudica a minha saúde, os meus direitos e os meus colegas.
- Sei que o acidente quase nunca tem uma causa só.
- Sei reconhecer fatores humanos, da máquina, do ambiente e da organização do trabalho.
- Sei que “falta de atenção” é ponto de partida para perguntar o que mais falhou, não conclusão de análise.
- Sei que os fueiros são mantidos até a retirada de todas as chapas.
- Sei que nenhum trabalho pode ser feito com pessoas entre as chapas e que não se retiram chapas de um lado só do carro.
- Sei que a circulação de pessoas é interrompida durante a movimentação de chapas.
- Sei que a análise do acidente serve para corrigir o sistema e que a minha informação faz parte dela.
- Sei que devo parar e avisar quando a tarefa só sai com atalho.
- Sei que a morte e a perda ou redução da capacidade para o trabalho fazem parte do conceito legal de acidente do trabalho.
- Sei explicar por que o acidente com chapa costuma ser grave: carga muito pesada, quase em pé, que tomba depressa e esmaga.
- Sei que não se tenta segurar uma chapa que está caindo.
- Sei que o acidente atinge o trabalhador, a família, os colegas, a empresa e a sociedade.
- Sei que a lei garante ao acidentado o contrato por no mínimo doze meses após o fim do auxílio-doença acidentário.
- Sei que a empresa deve comunicar o acidente, analisar as causas e rever a avaliação de riscos.
- Sei que posso interromper a atividade diante de risco grave e iminente, avisando imediatamente o superior.
- Sei que os blocos serrados precisam de no mínimo três fueiros de cada lado, com trava, mantidos até a retirada de todas as chapas.
- Sei que nenhum trabalho pode ser feito com pessoas entre as chapas.
- Sei que é proibido retirar chapas de um único lado do carro porta-blocos.
- Sei que o carro transportador e o carro porta-bloco são operados por no mínimo duas pessoas capacitadas.
- Sei as medidas do cavalete: altura mínima de 1,5 m, seções de até 0,25 m, no máximo 6 m de comprimento, 80 cm nos extremos e laterais, 0,5 m da parede e circulação de 1,20 m.
- Sei que prolongador em cavalete triangular é proibido e que cada par de cavaletes é travado ou amarrado entre si.
- Sei que chapa não se encosta em parede, coluna ou estrutura metálica.
- Sei que a circulação de pessoas é interrompida durante a movimentação de chapas.
- Sei que a ventosa com vácuo gerado por equipamento elétrico precisa de alarme sonoro e visual.
- Sei que borracha de ventosa gasta, com defeito ou descolada é substituída imediatamente.
- Sei que a capacidade do acessório e a do equipamento de elevação são conferidas antes de içar.
- Sei que, com garra, só se pega uma chapa por vez.
- Sei que o equipamento de chapas fracionadas tem no mínimo três rodas e leva a carga amarrada.
- Sei que a via de chapas fracionadas tem no mínimo 1,2 m, piso com inclinação de até 5% e rampa de até 12,50%.
- Sei que ninguém permanece no interior do contêiner durante a entrada da carga.
- Sei que a amarração da carga no contêiner só sai depois da estabilização e da fixação primária.
- Sei que agente físico é uma forma de energia capaz de causar lesão ou agravo à saúde, como ruído, vibração e calor.
- Sei onde estão o ruído, a vibração, a umidade e o calor no beneficiamento de rochas.
- Sei que a perda de audição pelo ruído se instala aos poucos, sem dor, e não tem volta.
- Sei reconhecer os sinais da vibração nas mãos e do calor no corpo.
- Sei que a umidade se controla com drenagem, e não cortando a seco.
- Sei a ordem das medidas: eliminar, proteção coletiva, organização do trabalho e, por último, EPI.
- Sei que o PGR tem inventário de riscos e plano de ação e fica disponível aos trabalhadores.
- Sei que devo fazer os exames previstos e contar ao médico o que sinto.
- Sei que a poeira mais perigosa é a fina, que não se vê e chega ao fundo do pulmão.
- Sei que a silicose é progressiva e não tem cura, e que por isso a prevenção é tudo.
- Sei que o processo a úmido é a principal medida contra a poeira e que defeito na água é motivo para parar e avisar.
- Sei limpar sem levantar pó, sem vassoura seca e sem ar comprimido.
- Sei ler o rótulo e consultar a ficha de segurança antes de usar resina, cola, massa ou solvente.
- Sei que o respirador é complemento e só protege se for do tipo certo e estiver bem ajustado.
- Sei que devo fazer os exames e contar ao médico como trabalho e o que sinto.
- Sei onde estão os riscos biológicos do setor: água parada, sanitários sujos, pátio desorganizado e ferimentos com material sujo.
- Sei lavar e comunicar todo ferimento, mesmo pequeno.
- Sei o que fazer e o que não fazer numa picada de animal peçonhento.
- Sei levantar peça fracionada com as pernas, com a carga perto do corpo e sem torcer o tronco.
- Sei que chapa inteira não se movimenta no braço e que no cavalete há pelo menos um trabalhador em cada extremidade.
- Sei que o empacotamento exige cavalete que propicie boa postura e segurança.
- Sei que pausas e rodízio protegem o corpo e que dor deve ser comunicada cedo.
- Sei que o piso do pátio deve ser pavimentado, nivelado, não escorregadio e sem saliências.
- Sei que as partes móveis dos carros e das máquinas precisam de proteção e que ela volta ao lugar depois da manutenção.
- Sei que cabo danificado e extensão em local molhado não se usam e são comunicados.
- Sei que a circulação de pessoas é interrompida durante a movimentação de chapas e que ninguém fica sob a carga.
- Sei que o interior do contêiner precisa de iluminação.
- Sei reconhecer uma condição de risco perguntando o que falta, o que sobra, o que mudou e quem está onde não devia.
- Sei comunicar dizendo o quê, onde e o que pode acontecer.
- Sei que posso interromper a atividade diante de risco grave e iminente, avisando logo o meu superior.
- Sei que perigo é o que pode causar lesão e que risco combina a probabilidade com a severidade da lesão.
- Sei que o método tem três movimentos: identificar os perigos, avaliar os riscos e controlar.
- Sei a ordem de prioridade da NR-01: eliminar, proteção coletiva, medidas administrativas ou de organização e, por último, EPI.
- Sei que o PGR tem, no mínimo, o inventário de riscos e o plano de ação, e que posso consultar a parte do meu setor.
- Sei os passos de uma Análise Preliminar de Risco e que ela é feita com a equipe, antes da tarefa.
- Sei que o Anexo I exige procedimentos específicos para cada tipo de carga.
- Sei que, se o procedimento não serve para a situação, devo parar e avisar, e não improvisar.
- Sei dividir uma tarefa em passos e apontar o perigo de cada um.
- Sei que as exigências do Anexo I da NR-11 entram na análise como medidas obrigatórias.
- Sei que ninguém trabalha entre chapas e que a retirada do carro porta-bloco não é feita de um lado só.
- Sei que é proibido ficar dentro do contêiner durante a entrada da carga.
- Sei que o carrinho de chapas fracionadas tem no mínimo três rodas, capacidade identificada e carga amarrada.
- Sei que a análise vira procedimento por tipo de carga e que mudança manda parar e refazer.
- Sei que a NR-01 coloca a proteção coletiva e as medidas administrativas antes do EPI.
- Sei para que servem os fueiros e que eles ficam até a retirada de todas as chapas.
- Sei que chapa só é armazenada em cavalete que atenda ao Anexo I, nunca em parede ou coluna.
- Sei que a circulação de pessoas é interrompida durante a movimentação de chapas.
- Sei que o alarme da ventosa não pode ser desligado nem ignorado.
- Sei que o carro transportador e o carro porta-bloco são operados por no mínimo duas pessoas capacitadas.
- Sei que só movimenta chapas quem é capacitado e autorizado, e que o novato tem trinta dias de orientação em serviço.
- Sei que a empresa deve identificar os equipamentos e registrar inspeções e manutenções.
- Sei que o EPI é a última medida na ordem de prioridade da NR-01.
- Sei quais EPI são usuais na minha atividade e contra o que cada um protege.
- Sei que nenhum EPI segura uma chapa que cai e que a conduta é afastar-se e avisar.
- Sei que usar o EPI fornecido pelo empregador é dever do trabalhador.
- Sei que o Certificado de Aprovação é assunto da NR-6 e que só uso o EPI entregue pela empresa, para a proteção indicada por ela.
- Sei conferir, limpar e guardar meu EPI.
- Sei que EPI danificado, vencido ou que não veda é comunicado e trocado.
- Sei que o respirador não substitui o corte a úmido e que o capacete não substitui a área isolada.
- Sei a diferença entre a inspeção rotineira antes do uso e a inspeção periódica com Relatório de Inspeção anual.
- Sei que o Relatório de Inspeção é feito por profissional legalmente habilitado, com ART.
- Sei que todo equipamento deve ter identificação e carga máxima visíveis e constar em livro próprio.
- Sei o que olhar na ventosa, nos cavaletes, nos fueiros e nos acessórios de içamento.
- Sei que o critério de descarte vem do fabricante e da norma técnica, não do meu palpite.
- Sei que, ao achar defeito, tiro o equipamento de uso, identifico e comunico.
- Sei inspecionar a área: piso, cavaletes, circulação, sinalização e isolamento.
- Sei que o Módulo I se completa com os Módulos II e III e com a prática presencial.
- Sei que o item 11.4.1 da NR-11 manda seguir o Anexo I na movimentação, armazenagem e manuseio de chapas.
- Sei que todo equipamento tem identificação e carga máxima de trabalho em lugar visível.
- Sei que o bloco serrado precisa de no mínimo três fueiros de cada lado, travados e mantidos até sair a última chapa.
- Sei que nenhum trabalho pode ser feito com pessoas entre as chapas.
- Sei que é proibido retirar chapas de um único lado do carro porta-blocos.
- Sei que o carro transportador e o carro porta-bloco são operados por no mínimo duas pessoas capacitadas.
- Sei que a circulação de pessoas é interrompida durante a movimentação de chapas.
- Sei que o piso do pátio deve ser pavimentado, nivelado, não escorregadio, sem saliências e resistente.
- Sei que a área de armazenagem de chapas deve ser protegida contra intempéries.
- Sei diferenciar o cavalete triangular do cavalete vertical, de palitos.
- Sei as medidas do 2.4.1: 1,5 m, 0,25 m, 6 m, 0,8 m, 0,5 m e 1,20 m.
- Sei que é proibido usar prolongadores nos cavaletes triangulares.
- Sei que colocar e retirar chapa exige pelo menos um trabalhador em cada extremidade.
- Sei que cada par de cavaletes deve ser travado ou amarrado entre si.
- Sei que é proibido armazenar chapas em paredes, colunas e estruturas metálicas.
- Sei que a ventosa é um equipamento a vácuo e que a borracha com desgaste, defeito ou descolamento é substituída de imediato.
- Sei que a ventosa com vácuo gerado por equipamento elétrico tem alarme sonoro e visual.
- Sei que a empresa deve ter procedimento para falta de energia na movimentação com ventosa.
- Sei que ninguém fica sob a chapa suspensa nem tenta segurar chapa que cai.
- Sei que a garra pega uma chapa por vez.
- Sei que devo observar a capacidade do meio de içar e a do equipamento de elevação.
- Sei que cabos, cintas e correntes têm nota fiscal e certificado, e que não uso acessório de origem desconhecida.
- Sei que as chapas no carro de transferência vão amarradas.
- Sei que é proibido permanecer dentro do contêiner durante a entrada da carga.
- Sei que a amarração da carga no contêiner só é retirada após a estabilização e a fixação primária.
- Sei os números das chapas fracionadas: 5%, 12,50%, 1,2 m e três rodas.
- Sei que as cargas de chapas fracionadas vão amarradas à estrutura do equipamento.
- Sei que a área de corte e o percurso do fio diamantado são isolados e sinalizados.
- Sei que o Relatório de Inspeção é anual e elaborado por profissional legalmente habilitado com ART recolhida.
- Sei que só trabalha com chapas quem é capacitado e autorizado, com nova capacitação a cada três anos.
- Sei identificar as partes da ponte rolante e do pórtico rolante e os três movimentos.
- Sei que a carga máxima de trabalho tem de estar indicada em lugar visível no equipamento.
- Sei que só opera quem é capacitado e autorizado pelo empregador.
- Sei que preciso conhecer o peso da carga e dos acessórios antes de içar.
- Sei que não se passa carga sobre pessoas e que a circulação é interrompida durante a movimentação.
- Sei içar na vertical e comandar com movimentos suaves para evitar balanço.
- Sei reconhecer os riscos de queda de carga, esmagamento, prensamento, balanço, colisão e choque elétrico.
- Sei que o centro de gravidade é o ponto onde o peso da carga se equilibra.
- Sei que a carga suspensa sempre procura ficar com o centro de gravidade na vertical do gancho.
- Sei que em carga regular ele fica no meio e em carga irregular se desloca para o lado mais pesado.
- Sei fazer o içamento de teste a poucos centímetros e o que observar nele.
- Sei que carga inclinada se pousa e se corrige, e nunca se ajeita no ar nem se segura com o corpo.
- Sei que a chapa em pé só é estável quando apoiada e que ela é armazenada somente em cavalete.
- Sei que não se trabalha com pessoas entre as chapas.
- Sei descrever os modos de amarração vertical, forca e cesto.
- Sei que a capacidade do acessório muda conforme o modo e consulto a etiqueta ou a tabela do fabricante.
- Sei que, quanto mais abertas as pernas, maior o esforço em cada uma e maior o aperto na carga.
- Sei para que servem a manilha, o gancho com trava, o olhal e a viga de suspensão.
- Sei que o quebra-canto protege a cinta do corte e a borda da chapa da quebra.
- Sei que chapas em carro de transferência vão amarradas com cintas ou material de resistência equivalente.
- Sei que a garra pega uma chapa por vez.
- Sei que nenhum trabalho é feito com pessoas entre as chapas.
- Sei que estropo é um pedaço de cabo de aço com olhais nas pontas, preparado para içar.
- Sei que o cabo é formado por arames, pernas e alma, e que dobra e amassamento danificam essa construção.
- Sei escolher o estropo pelo peso da carga, pelo modo de amarração e pela abertura das pernas.
- Sei que a capacidade está na etiqueta, na plaqueta, na tabela e no certificado do fabricante, e não na grossura do cabo.
- Sei que a empresa deve manter notas fiscais e certificados dos acessórios à disposição da fiscalização.
- Sei que não se dá nó, não se dobra em canto vivo e não se arrasta o estropo.
- Sei guardar o estropo pendurado, em local coberto e seco, e separar o que está reprovado.
- Sei que o acessório faz parte do equipamento de elevação e tem capacidade própria.
- Sei ler na etiqueta da cinta a capacidade em cada modo de uso.
- Sei que a corrente de carga tem grau e marca do fabricante nos elos e plaqueta no conjunto.
- Sei onde fica a marcação da manilha, da pera e do gancho.
- Sei que o conjunto aguenta só o que aguenta a sua peça mais fraca.
- Sei que a capacidade vem da marcação e da tabela do fabricante, nunca do tamanho ou da aparência.
- Sei que acessório sem identificação ou com etiqueta ilegível sai de uso e é comunicado.
- Sei que a NR-11 manda inspecionar permanentemente cabos, correntes e ganchos e substituir as partes defeituosas.
- Sei a diferença entre a conferência antes do uso, a inspeção rotineira e o Relatório de Inspeção anual.
- Sei reconhecer no cabo de aço arames rompidos, amassamento, dobra, corrosão e gaiola de passarinho.
- Sei reconhecer na cinta corte, costura desfeita, queimadura e etiqueta ilegível.
- Sei reconhecer elo alongado, torcido, trincado ou desgastado, gancho aberto ou sem trava e manilha de pino torto.
- Sei que o critério numérico de descarte é o do fabricante e da norma técnica aplicável.
- Sei que item duvidoso sai de uso, é identificado e é comunicado.
- Sei que o relatório em dia não libera peça que apresenta defeito hoje.
- Sei que o operador atende a um só sinaleiro, combinado antes do içamento.
- Sei que os sinais que valem são os do procedimento e do quadro de sinais da empresa.
- Sei reconhecer os sinais usuais de subir, descer, deslocar, devagar, parar e parada de emergência.
- Sei que o sinal de parar vale de qualquer pessoa, e que o operador para primeiro e pergunta depois.
- Sei que a circulação de pessoas é interrompida durante a movimentação de chapas.
- Sei que o sinal sonoro é acionado antes de movimentar e ao se aproximar de pessoas.
- Sei que, ao perder o contato visual ou o sinal, o movimento para.
- Sei o que é o ovador de contêiner e que o peso dele entra na conta da capacidade da ponte.
- Sei que ninguém permanece dentro do contêiner durante a entrada da carga.
- Sei que a amarração só é retirada após a estabilização e a fixação primária da carga.
- Sei que o equipamento de chapas fracionadas tem no mínimo três rodas, capacidade identificada e carga amarrada à estrutura.
- Sei conferir parada de emergência, limitadores, alarme sonoro e proteções antes de operar.
- Sei que dispositivo de segurança não se anula e que defeito é comunicado antes de operar.
- Sei que o certificado depende da carga horária total e da habilidade demonstrada na prática.
- Sei que a NR-01 manda analisar os acidentes e também os eventos perigosos que poderiam ter consequências graves.
- Sei que a análise começa com a área segura e que chapa instável se resolve com equipamento, nunca com as mãos.
- Sei procurar fatos no local, nas pessoas e nos papéis.
- Sei separar fato de opinião.
- Sei montar a linha do tempo e encontrar o que estava diferente do normal.
- Sei perguntar por que até chegar a uma causa que a empresa pode mudar.
- Sei que as medidas seguem a ordem de prioridade, com responsável, prazo e acompanhamento.
- Sei que a análise não procura culpado e que a minha informação faz parte dela.
- Sei que o nível de risco combina severidade e probabilidade e que cada empresa documenta os seus critérios.
- Sei que a severidade é a da pior consequência possível.
- Sei que a probabilidade considera a exposição e a eficácia das medidas que já existem.
- Sei que o número de pessoas atingidas aumenta a prioridade da ação.
- Sei que risco evidente pede medida imediata e que grave e iminente faz parar na hora.
- Sei as regras do empacotamento: cavalete com boa postura e área da pistola delimitada e sinalizada.
- Sei os perigos da limpeza do alojamento do tear e as medidas de cada passo.
- Sei que, depois das medidas, o risco residual é reavaliado.
- Sei que a medida administrativa vem antes do EPI e complementa a proteção coletiva.
- Sei o que é a ordem de serviço, que o empregador a elabora e dá ciência e que cumpri-la é dever do trabalhador.
- Sei que movimentar chapas exige ser capacitado e também autorizado pelo empregador.
- Sei que a orientação em serviço dura no mínimo trinta dias, sob supervisão direta de trabalhador capacitado e experiente.
- Sei as situações que pedem nova capacitação, como retorno de afastamento por mais de seis meses e mudança significativa de equipamento.
- Sei o que passar na troca de turno e que defeito não se passa só de boca.
- Sei que equipamento novo ou alterado só é usado depois de manual, procedimento, ordem de serviço e orientação revistos.
- Sei a diferença entre a conferência antes do uso, a ronda do turno e a inspeção planejada.
- Sei que a NR-01 pede acompanhamento planejado, com inspeções dos locais e equipamentos e participação dos trabalhadores.
- Sei preparar a inspeção: área, roteiro, lista, pendências anteriores e material.
- Sei montar perguntas da lista a partir do Anexo I.
- Sei registrar a não conformidade com o quê, onde, qual regra e evidência.
- Sei calcular a inclinação de uma rampa e compará-la com o limite de 12,50%.
- Sei classificar o achado e mandar o grave e iminente para correção imediata.
- Sei que a inspeção só termina quando a correção é conferida no local.
- Sei que a NR-01 exige procedimentos de resposta a emergências, com meios, responsáveis e recursos, e simulados.
- Sei a sequência: parar e olhar, alarme, local seguro, socorro, cuidados, receber o socorro, preservar o local.
- Sei acionar o SAMU (192) e os bombeiros (193) e o que informar.
- Sei que não se levanta chapa no braço nem se puxa a vítima presa.
- Sei que carga parada no ar fica com o operador no comando e ninguém embaixo.
- Sei que, no choque, a energia é desligada antes de tocar na pessoa.
- Sei as noções de sangramento, suspeita de fratura, reanimação e produto nos olhos.
- Sei que, depois da emergência, vêm a comunicação, a análise e a correção do procedimento.
- Sei que a ventosa segura pela diferença de pressão e que ar entrando sob a borracha solta a chapa.
- Sei que a capacidade da ventosa e a da ponte são conferidas com o peso da chapa somado ao da ventosa.
- Sei preparar a face da chapa e centrar as placas em relação ao centro de gravidade.
- Sei os oito passos do ciclo, com o içamento de teste a poucos centímetros.
- Sei que o vácuo só é liberado com a chapa apoiada e estável.
- Sei a conduta para cada sinal de falha: alarme, indicador caindo, chiado, chapa inclinando, falta de energia.
- Sei que alarme abafado ou desligado é burla e tira a ventosa de uso.
- Sei os riscos próprios do pórtico: atropelamento, prensamento contra as pernas e objeto no trilho.
- Sei que o peso do bloco vem de documento ou cálculo, nunca do olho.
- Sei que o centro de gravidade do bloco irregular se desloca para o lado mais largo ou mais alto.
- Sei que ninguém fica na carroceria, no bloco ou na cabine sob a carga quando os estropos esticam.
- Sei a sequência de descarga do caminhão, com içamento de teste a poucos centímetros.
- Sei que o bloco é pousado sobre calços ou apoios, para ficar estável e liberar o estropo.
- Sei que, no carro porta-bloco, o fueiro é instalado antes de soltar a entera.
- Sei que a garra tem capacidade e faixa de chapas indicadas pelo fabricante, e que “entrou” não quer dizer que segura.
- Sei que a garra pega uma chapa por vez, no meio do comprimento da borda, com a borda inteira.
- Sei tirar a chapa do cavalete vertical sem arrastar nos palitos, com uma pessoa em cada extremidade.
- Sei que a viga de suspensão tem identificação e carga máxima e que o peso dela entra na conta.
- Sei que equipamento feito na empresa precisa de projeto, laudos, cálculos e especificações guardados.
- Sei que a bancada tem de ter resistência e estabilidade para a carga.
- Sei a sequência antes, aproximação, apoio, conferência e soltura.
- Sei onde estão os pontos de esmagamento e que mão não vai por baixo da chapa.
- Sei que a carga e a descarga acontecem na área específica, sinalizada, com acesso seguro ao veículo.
- Sei que o motorista fica fora da área de movimentação, em local definido.
- Sei que o pacote não é içado pelas fitas nem pela madeira da embalagem.
- Sei que ninguém fica na carroceria enquanto a carga sobe ou desce.
- Sei a sequência: teste, translação baixa, descida lenta, pouso nos apoios, conferência e só então subir para soltar.
- Sei que chapas avulsas seguem a lógica do cavalete: uma por vez, uma pessoa em cada extremidade, ninguém entre elas.
- Sei que, na descarga, a carga é inspecionada antes de soltar a amarração da viagem.
As aulas
Cada aula tem leitura, quiz de fixação e um caderno de campo em PDF para levar ao trabalho.
Como funciona
A plataforma registra o tempo de estudo; quiz respondido e material baixado contam a favor. A avaliação final abre ao cumprir a carga horária de 36 horas.
Questões sobre o conteúdo das aulas; aprovação com 70% de acerto. Não passou? Pode rever as aulas e refazer.
Em PDF, com código de validação, de capacitação, emitido na hora da aprovação.
Individual, por e-mail e senha, sem prazo de expiração do conteúdo. Funciona no celular e no computador.
Nenhum órgão no Brasil aprova, credencia ou registra curso de NR. O certificado é a evidência de que o conteúdo foi cursado; a responsabilidade pelo treinamento e pela autorização do trabalhador é sempre do empregador.
Preço definido pelo professor do curso e sujeito a alteração; o valor cobrado é o mostrado no momento da compra. Cursos NRs — cursosnrs.com.br.