Capacitação A distância

NR 33 - Treinamento Periódico da Equipe de Emergência e Salvamento, 32 horas (semipresencial)

A distância, no seu ritmo: leitura das aulas, quiz em cada uma, material de apoio para levar ao trabalho e avaliação final na plataforma. Professor virtual para tirar dúvidas do conteúdo.

Professor: Moises Pinheiro Leite da Rosa

O que você sabe ao terminar

Tirado da verificação de cada aula: é o que você consegue fazer ou explicar quando chega ao fim.

  • Sei que o periódico da equipe é de 24 ou 32 horas, bianual, conforme o plano de emergência e o nível profissional do resgatista.
  • Sei que no mínimo 50% da carga é prática e que essa parte é feita em turma presencial.
  • Entendi que este curso não substitui a capacitação inicial da equipe.
  • Sei que preciso de ASO com aptidão para espaço confinado para participar da turma e compor a equipe.
  • Conheço os cinco conteúdos que o plano de resgate deve ter pelo subitem 33.5.20.2.
  • Sei que o plano da contratada deve estar articulado com o plano de emergência de quem possui o espaço.
  • Sei que o simulado de salvamento é anual e que desvios nele podem exigir treinamento eventual.
  • Sei que a NR-33 recomenda a ABNT NBR 16577 para o serviço de emergência e salvamento e que a organização deve consultá-la.
Ver mais 103
  • Sei que o vigia aciona a equipe e que o supervisor assegura, antes da entrada, que ela esteja disponível e o meio de acionamento operante.
  • Sei que informações colher do vigia e do supervisor ao chegar.
  • Sei isolar a área e controlar quem se aproxima do acesso.
  • Conheço a divisão de funções da minha equipe e sei que ela é prática técnica definida pelo plano, não texto da NR-33.
  • Sei que parada pelo botão de emergência não é bloqueio de energia.
  • Sei considerar primeiro o resgate sem entrada e quando ele deixa de servir.
  • Sei que em atmosfera IPVS só se entra com os equipamentos do subitem 33.5.17.2.
  • Sei que nunca devo me tornar a segunda vítima.
  • Sei que a atmosfera é a primeira hipótese para uma vítima inconsciente sem causa evidente.
  • Sei que a medição é feita de fora, antes da entrada, e continua durante todo o resgate.
  • Conheço a faixa de oxigênio do subitem 33.5.15.2 e a condição de causa conhecida e controlada.
  • Sei que o detector da equipe precisa de auto-zero e teste de resposta diários, quando utilizados, e calibração acreditada.
  • Sei que a ventilação não substitui a proteção respiratória.
  • Sei que ventilar com oxigênio puro é proibido.
  • Sei que em área classificada os equipamentos elétricos e eletrônicos da equipe devem ser certificados.
  • Sei tratar a cena como IPVS quando não há medição confiável.
  • Sei que a organização deve ter procedimento de seleção e uso de respiradores para rotina e emergência.
  • Sei quais são os únicos equipamentos admitidos em atmosfera IPVS pelo subitem 33.5.17.2.
  • Sei que respirador com filtro não fornece oxigênio e não é admitido em IPVS.
  • Sei inspecionar meu equipamento antes do uso, seguindo o fabricante e o procedimento.
  • Sei que a autonomia real depende do esforço e que o tempo é controlado pela pressão e pelo ponto de retorno.
  • Sei que o alarme de baixa pressão é sinal de saída.
  • Sei que entro em dupla, com sinais combinados e resgatista de reserva do lado de fora.
  • Sei que nunca retiro nem compartilho a peça facial em atmosfera IPVS.
  • Sei que a capacidade da ancoragem vem do fabricante ou do projeto, nunca da aparência.
  • Sei o que são linha principal e linha de segurança independente e que isso é prática técnica.
  • Sei explicar a troca entre força e corda recolhida num sistema 3:1.
  • Sei que o atrito reduz a vantagem real e que a ancoragem pode receber mais que o peso da vítima.
  • Sei que equipamento que segurou queda sai de uso até a inspeção do fabricante.
  • Sei os comandos de içamento do plano e que qualquer um pode mandar parar.
  • Sei que o sistema de retirada é montado e conferido antes de qualquer entrada.
  • Sei que escada interna não substitui a conexão do resgatista ao sistema.
  • Sei conduzir a descida controlada e parar ao primeiro sinal de problema.
  • Sei decidir entre retirada sem entrada e entrada controlada quando a vítima está conectada.
  • Sei que puxar a vítima por braços ou roupa não é técnica de resgate.
  • Sei o que é suspensão inerte e que o plano de resgate deve reduzir esse tempo.
  • Sei que acima de 2,00 m com risco de queda a NR-35 também se aplica.
  • Sei ler no cadastro as dimensões, as formas de acesso e a geometria do espaço.
  • Sei as limitações da máscara autônoma e da linha de ar em espaço estreito.
  • Sei que retirar o cilindro das costas só se faz com técnica prevista no procedimento e pelo fabricante.
  • Sei usar a linha guia e os sinais por puxão.
  • Sei que a dupla mantém contato permanente e que ninguém avança sozinho.
  • Sei embalar e arrastar a vítima com tração de fora.
  • Sei conduzir a transferência na boca sem soltar a tração antes da hora.
  • Sei que espaço que armazena material capaz de engolfar ou afogar é espaço confinado (subitem 33.2.2.2).
  • Sei que o controle de energias perigosas inclui alimentação e descarga, com bloqueio individual.
  • Sei que nunca se aciona a descarga para liberar a vítima.
  • Sei que vítima parcialmente soterrada não é puxada pelo cinturão nem pelos braços.
  • Sei os cuidados com líquido, nível variável e agentes biológicos.
  • Sei conduzir a triagem pela condição e pelo acesso de cada vítima.
  • Sei que, em atmosfera perigosa, a prioridade é retirar a vítima antes de tratá-la, quando isso é seguro para a equipe.
  • Sei fazer a avaliação primária em sequência e passar o resultado pelo rádio.
  • Reconheço a respiração agônica como sinal de parada e sei por que a RCP, em regra, começa fora do espaço.
  • Sei os parâmetros usuais da RCP em adulto e os cuidados com o DEA fora da atmosfera explosiva.
  • Sei controlar hemorragia e proteger a coluna dentro do que a minha capacitação permite.
  • Sei que a vítima de gás vai para avaliação médica mesmo que pareça bem e que oxigênio só é dado por pessoa treinada.
  • Sei quando o plano prevê proteção respiratória para a vítima e que não entrego a minha máscara.
  • Sei acionar o serviço médico previsto no plano e o que informar na ligação e na entrega.
  • Escolho o dispositivo pela abertura, pela direção de retirada e pela suspeita de trauma.
  • Sei aplicar colete de extração e prancha dentro do que a minha capacitação permite.
  • Sei quando a retirada rápida prevalece sobre a imobilização completa.
  • Sei embalar para retirada vertical e horizontal e conferir tirantes, fivelas e conectores.
  • Uso somente os pontos de conexão do fabricante e controlo a maca com cabo-guia.
  • Sei organizar a área de transferência e reavaliar a vítima ao chegar a ela.
  • Sei fazer a passagem de caso ao serviço médico com horários, leituras e tempos.
  • Cuido da temperatura da vítima da embalagem até a entrega.
  • Sei que a equipe participa de simulado anual que contemple os cenários previstos no plano de resgate.
  • Sei planejar o simulado pelos cenários mais críticos e em condições reais.
  • Sei que a entrada no simulado exige PET, avaliação atmosférica e vigia.
  • Sei medir o tempo por marcos e compará-lo com o tempo de resposta do plano.
  • Sei que o simulado deve gerar evidências e o que registrar.
  • Sei que desvio na operação de resgate ou no simulado gera treinamento eventual.
  • Sei que o plano e os procedimentos são revistos e que o cenário é simulado de novo depois das correções.
  • Sei que a PET é encerrada após a emergência e que nova entrada exige nova PET.
  • Sei preservar a cena sem criar risco novo.
  • Sei que o equipamento que reteve queda ou recebeu carga de choque sai de serviço até a liberação conforme o fabricante.
  • Sei descontaminar e inspecionar o equipamento antes de ele voltar à prontidão.
  • Sei que a organização analisa acidentes e eventos perigosos, e contribuo com o relato da equipe.
  • Sei cuidar da equipe depois de um evento crítico.
  • Sei qual versão do periódico a minha organização adotou e quantas horas de prática terei.
  • Sei o que será cobrado na turma prática e que o periódico só vale depois dela e da avaliação.
  • Sei os sete conteúdos do cadastro (subitem 33.4.2) e o que cada um significa para o resgate.
  • Sei que quem elabora o cadastro e o plano é o responsável técnico e que a equipe executa o plano.
  • Sei distinguir o que procurar no cadastro, no plano de resgate e na PET.
  • Sei as três situações do subitem 33.4.1.1 que pedem um novo olhar sobre os espaços.
  • Sei que um resumo por espaço é prática da equipe e tem de ser revisto junto com o cadastro e o plano.
  • Sei que a visita de reconhecimento é feita por fora e que entrada exige PET.
  • Uso o croqui para pedir a confirmação de cada bloqueio, ponto por ponto.
  • Sei que a equipe não está nos campos mínimos do subitem 33.5.6, mas aparece no modelo do Anexo II e deve estar na PET adaptada.
  • Sei que campo em branco ou marcado “não” proíbe a entrada pelo modelo de PET.
  • Sei que a segunda via ou a PET digital fica com o vigia, e que é ali que a equipe lê a situação na chegada.
  • Sei o que significa estar pronta durante todo o serviço.
  • Sei que o abandono vem antes da retirada sem entrada, e esta antes do resgate com entrada.
  • Sei que a PET vale por uma jornada, pode ser prorrogada com os requisitos do 33.5.12.1 e nunca passa de 24 horas.
  • Sei os requisitos para um vigia acompanhar mais de um espaço e que ele não pode deixar as bocas.
  • Sei que a equipe avisa na hora quando deixa de estar pronta.
  • Sei que energia perigosa não é só a elétrica: inclui movimento, pressão, vapor, fluidos e produtos nas linhas.
  • Conheço as treze etapas do subitem 33.5.14.1 e quais precisam estar feitas antes da entrada.
  • Sei o que conferir num bloqueio e numa etiqueta: quem, serviço, data e hora.
  • Sei que bloqueio e etiqueta são substituídos na troca de turno e que ninguém não autorizado os retira.
  • Sei que parar pelo comando, pela tela ou pelo botão de emergência não é neutralizar a energia.
  • Sei procurar a energia armazenada e sei que sem verificação não há liberação.
  • Sei que, depois do resgate, os bloqueios ficam até a área ser liberada, e que a retirada segue a ordem do procedimento.

As aulas

Cada aula tem leitura, quiz de fixação e um caderno de campo em PDF para levar ao trabalho.

1
Aula 1 – O periódico da equipe de emergência e salvamento e o plano de resgateJogo: Blocos: a equipe está disponível?Jogo: Roleta do periódico e do plano de resgate 2 materiais de apoio · 1 vídeo · quiz da aula
2
Aula 2 – Comando e segurança da cenaJogo: Máquina das funções na cenaJogo: Na chegada: quem responde? 1 material de apoio · 1 vídeo · quiz da aula
3
Aula 3 – Atmosfera durante o resgateJogo: Blocos: medir e ventilar no resgateJogo: Roleta da atmosfera no resgate 2 materiais de apoio · 1 vídeo · quiz da aula
4
Aula 4 – Proteção respiratória da equipeJogo: Proteção respiratória: entra ou não entra?Jogo: Proteção respiratória: antes, durante e depois 1 material de apoio · 1 vídeo · quiz da aula
5
Aula 5 – Ancoragens, tripé, guincho e sistemas de vantagem mecânicaJogo: Máquina do sistema de içamentoJogo: Monte o 3:1 em Z 2 materiais de apoio · 1 vídeo · quiz da aula
6
Aula 6 – Acesso verticalJogo: Acesso vertical: como esta vítima sai?Jogo: Os 7 erros do resgate vertical 1 material de apoio · 1 vídeo · quiz da aula
7
Aula 7 – Acesso horizontal e espaços restritosJogo: Blocos: galeria, duto e boca lateralJogo: Acesso horizontal: do avanço à boca 1 material de apoio · 1 vídeo · quiz da aula
8
Aula 8 – Engolfamento, afogamento e outros cenáriosJogo: Cenários especiais: de qual é o cuidado?Jogo: Roleta dos cenários especiais 1 material de apoio · 1 vídeo · quiz da aula
9
Aula 9 – Avaliação e cuidado da vítima no espaço confinadoJogo: Blocos: o cuidado com a vítimaJogo: Máquina do dentro ou fora 1 material de apoio · 1 vídeo · quiz da aula
10
Aula 10 – Imobilização, embalagem e retirada da vítimaJogo: Blocos: antes de puxar a macaJogo: Máquina do dispositivo certoJogo: Imobilizar, embalar e retirar 1 material de apoio · 1 vídeo · quiz da aula
11
Aula 11 – Simulados, tempo de resposta e registrosJogo: Simulado: planejar, cronometrar, corrigirJogo: Simulado: vale ou não vale? 2 materiais de apoio · 1 vídeo · quiz da aula
12
Aula 12 – Depois do resgate e preparação para a turma práticaJogo: Monte a turma práticaJogo: Roleta do fim da ocorrência 1 material de apoio · 1 vídeo · quiz da aula
13
Aula 13 – Do cadastro ao plano: conhecer cada espaço antes da emergênciaJogo: Cadastro: o que mudou neste espaço?Jogo: Máquina dos três documentos 1 material de apoio · 1 vídeo · quiz da aula
14
Aula 14 – A equipe durante a entrada: PET, vigia e prontidão até o fim do serviçoJogo: A equipe continua pronta?Jogo: Roleta da prontidão durante a entrada 1 material de apoio · 1 vídeo · quiz da aula
15
Aula 15 – Energias perigosas no resgate: isolar, bloquear, verificar e só então entrarJogo: Caça-níquel Halloween do resgateJogo: Máquina do bloqueioJogo: As etapas do controle de energias 1 material de apoio · 1 vídeo · quiz da aula

Como funciona

Tempo de dedicação

A plataforma registra o tempo de estudo; quiz respondido e material baixado contam a favor. A avaliação final abre ao cumprir a carga horária de 32 horas.

Avaliação

Questões sobre o conteúdo das aulas; aprovação com 70% de acerto. Não passou? Pode rever as aulas e refazer.

Certificado

Em PDF, com código de validação, de capacitação, emitido na hora da aprovação.

Acesso

Individual, por e-mail e senha, sem prazo de expiração do conteúdo. Funciona no celular e no computador.

Nenhum órgão no Brasil aprova, credencia ou registra curso de NR. O certificado é a evidência de que o conteúdo foi cursado; a responsabilidade pelo treinamento e pela autorização do trabalhador é sempre do empregador.

Preço definido pelo professor do curso e sujeito a alteração; o valor cobrado é o mostrado no momento da compra. Cursos NRs — cursosnrs.com.br.

R$ 49,90NR 33 · Periódico Resgate 32 h
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