Documento do item 3.1 do Anexo II da NR-01, publicado sem login para a Inspeção do Trabalho, o sindicato, a CIPA e as empresas contratantes (itens 4.1 e 4.1.1).
Carga horária teórica publicada: 12 horas · Carga horária prática mínima: 12 horas · Total mínimo: 24 horas
| # | Módulo e objetivo | Carga |
|---|---|---|
| 1 | O periódico da equipe de emergência e salvamento e o plano de resgate
Entender a regra legal do treinamento periódico semipresencial da equipe de emergência e salvamento (24 ou 32 horas, bianual, com no mínimo metade prática), saber o que levar para a turma prática e o que deve constar no certificado, e conferir, do ponto de vista de quem executa o resgate, o que o plano de resgate precisa conter e como ele se articula entre contratante e contratada. |
1 hora |
| 2 | Comando e segurança da cena
Organizar a resposta da equipe do acionamento até a decisão de entrar ou não: quem aciona e por qual meio, que informações colher do vigia e do supervisor, como isolar a área, como dividir as funções, como reavaliar o risco e as energias perigosas na cena e como decidir entre resgate sem entrada e com entrada sem criar uma segunda vítima. |
1 hora |
| 3 | Atmosfera durante o resgate
Tratar a atmosfera como causa provável da emergência e como perigo para a própria equipe: medir antes e durante o resgate, interpretar a faixa de oxigênio da NR-33, manter o detector em condição de uso, usar a ventilação sem criar novos riscos, controlar as fontes de ignição trazidas pelo próprio resgate e reconhecer quando a situação deve ser tratada como IPVS. |
1 hora |
| 4 | Proteção respiratória da equipe
Aplicar ao resgate as exigências da NR-33 sobre proteção respiratória: o procedimento de seleção e uso para rotina e emergência, os únicos equipamentos admitidos em atmosfera IPVS, os equipamentos da equipe previstos no modelo de PET, a inspeção antes do uso, a gestão do tempo de ar, as limitações em passagens estreitas, o trabalho em dupla com sinais combinados e o respirador para a vítima quando previsto no plano de resgate. |
1 hora |
| 5 | Ancoragens, tripé, guincho e sistemas de vantagem mecânica
Revisar a montagem do sistema que sustenta resgatista e vítima: ponto de ancoragem, tripé e braço, guincho, conectores e cordas, linha principal e linha de segurança, vantagem mecânica, inspeção e comando do içamento. |
1 hora |
| 6 | Acesso vertical
Aplicar a sequência do acesso vertical pela boca de visita no topo: sistema de resgate montado antes da entrada, descida controlada, posicionamento, retirada da vítima conectada ou não conectada e redução do tempo de suspensão inerte. |
1 hora |
| 7 | Acesso horizontal e espaços restritos
Planejar e executar o resgate por acesso horizontal e em espaços restritos, como bocas laterais, túneis, galerias e dutos, considerando as limitações da proteção respiratória, a linha guia, o contato com o parceiro, o arrasto, a transferência da vítima e a comunicação. |
1 hora |
| 8 | Engolfamento, afogamento e outros cenários
Reconhecer cenários de resgate fora do acesso comum: engolfamento em silos e tremonhas, vítima parcialmente soterrada, líquidos, esgoto e agentes biológicos, trabalho a quente e incêndio, e múltiplas vítimas com triagem. |
1 hora |
| 9 | Avaliação e cuidado da vítima no espaço confinado
Decidir, ao lado da vítima e ainda dentro do espaço confinado, o que avaliar, o que tratar ali e o que deixar para fora: prioridade de sair da atmosfera perigosa, avaliação primária, respiração agônica, RCP no interior e no exterior, via aérea, hemorragia, suspeita de trauma, vítima de gás, proteção respiratória da vítima e comunicação com o serviço médico. |
1 hora |
| 10 | Imobilização, embalagem e retirada da vítima
Escolher o dispositivo de transporte pela função, imobilizar e embalar a vítima para retirada vertical ou horizontal, conectar e controlar a maca no içamento e transferir a vítima ao suporte externo e ao serviço médico sem perder o que foi feito lá dentro. |
1 hora |
| 11 | Simulados, tempo de resposta e registros
Planejar e executar simulados dos cenários do plano de resgate, medir o tempo de resposta real contra o previsto, gerar e guardar evidências e transformar os desvios em ação corretiva, treinamento eventual e revisão do plano e dos procedimentos. |
1 hora |
| 12 | Depois do resgate e preparação para a turma prática
Fechar a ocorrência de forma segura e rastreável, com encerramento da PET, preservação, comunicação, apoio à equipe, inspeção e descontaminação dos equipamentos e análise do acidente, e saber como será a turma prática que completa este periódico. |
1 hora |
Turma prática presencial do periódico (12 horas de prática). Base: NR-33, Anexo III, Quadro 1 e item 1.2 (mínimo de 50% de prática); NR-01, 1.7.9.1. Mínimo de 12 horas.
O subitem 1.7.9.1 da NR-01 só admite conteúdo prático a distância quando a NR específica autoriza — o que não é o caso. A etapa é aplicada em turma presencial por instrutor, e registrada em lista de presença assinada por cada participante, conferida antes da emissão do certificado.
Ambiente Virtual de Aprendizagem próprio (cursosnrs.com.br), com acesso individual por e-mail e senha, registro de acesso (logs) por aluno, cronômetro de permanência por curso, banco de questões por aula e por prova final, emissão de declarações e certificados em PDF com código de validação, e painel da empresa para acompanhamento dos seus trabalhadores. Atende ao item 5.1 do Anexo II da NR-01.
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